A Praça do Viva em Zé Doca se transformou em um grande arraial na noite desta quinta-feira (18), quando a prefeita Flavinha deu início às festas juninas 2026 do município.
O público que lotou toda a arena, pôde dançar e se divertir com as apresentações de quadrilhas e danças. Esse ano mais uma vez, no Arraial de Zé Doca, foi o espaço com palco na praça de alimentação com musica ao som de John Carlos, que fez a alegria dos visitantes.
O Arraial “São João na Praça”, na gestão da prefeita Flavinha, chamou atenção de todos pela a riqueza dos detalhes na ornamentação e das grandes atrações.
O secretário municipal de Cultura, Maycon Alves, destacou que a prefeita preparou uma festa para encantar os moradores de Zé Doca e visitantes, para que possam vivenciar o melhor do São João da região.
A primeira noite teve a apresentação de quadrilhas e as atrações musicais ficaram por conta de Forro de Rei, Galicia e Marcelo e Rayane que não deixou ninguém parado, com os ritmos dos maiores sucessos da atualidade.
A prefeita Flavinha, estava acompanhada do deputado Josimar Maranhãozinho, da deputada Fabiana Vilar, do pré candidato a deputado estadual Josimar Jr e da ex prefeita de Zé Doca Josinha Cunha.
A festa deu aos presentes uma mostra do que será o Arraial “São João na Praça” 2023 de Zé Doca, evento que vem cheio de novidades.
Um homem morreu após uma colisão frontal entre um carro e uma carreta, nesta quinta-feira (18), na BR-316, nas proximidades de Bacabal. As causas do acidente ainda são investigadas.
A vítima foi identificada como Beni, morador de São Luís e seus familiares residiam no povoado Londrina.
Segundo informações preliminares, ele seguia conduzindo um carro e acabou se chocando com uma carreta as margens da BR.
Uma mulher foi esfaqueada no pescoço na noite de sábado (13), no município de Sambaíba. O principal suspeito do crime é o ex-companheiro dela, identificado como Bento Sodré, que foi encontrado morto no dia seguinte.
De acordo com a polícia, por volta das 23h30, a vítima ligou para os agentes informando que havia sido atacada com um golpe de faca. No entanto, devido à gravidade do seu estado de saúde, a ligação foi interrompida antes que ela conseguisse informar o endereço completo.
Pouco tempo depois, a mulher conseguiu contato com o hospital municipal e indicou sua localização. Os policiais e uma ambulância foram até o endereço e encontraram a vítima caída em uma esquina, com uma perfuração na parte frontal do pescoço.
Antes de ser levada ao hospital, a mulher conseguiu relatar aos policiais o nome do agressor. Devido à gravidade dos ferimentos, ela precisou ser transferida para o Hospital Regional de Balsas.
Os policiais foram até a casa do homem, onde apreenderam uma espingarda e uma faca, mas ele não estava no local. Buscas foram feitas na região, porém Bento não foi localizado naquele momento.
Na manhã de domingo (14), o suspeito foi encontrado morto no quintal da casa da mãe dele. Segundo a polícia, os indícios apontam que ele tirou a própria vida usando uma corda amarrada a uma árvore.
A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) condenou nesta terça-feira (16), por unanimidade, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pelo crime de coação no curso do processo. Votaram pela condenação os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.
A pena foi fixada em 4 anos e 2 meses de prisão. Eduardo também foi condenado ao pagamento de 50 dias multa, um dia multa equivale a dois salários mínimos. A pena deverá começar a ser cumprida em regime semiaberto.
O colegiado concluiu que o parlamentar atuou junto a autoridades dos Estados Unidos para pressionar integrantes da Corte e tentar interferir nos processos relacionados à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, com o objetivo de beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seu pai.
Relator da ação, Moraes afirmou que as articulações de Eduardo com autoridades nos EUA, entre elas o próprio presidente Donald Trump, e a defesa de sanções contra integrantes do STF e contra o Brasil extrapolaram os limites da atuação política e configuraram grave ameaça às instituições judiciárias e ao governo brasileiro.Política
Segundo o ministro, a “desinformação” levada às autoridades americanas produziu consequências concretas para o país, entre elas a imposição de sobretaxas sobre produtos brasileiros. Moraes afirmou ainda que não cabe a um deputado fazer “lobby” no exterior contra os interesses do próprio Brasil.
“Não é função de deputado federal brasileiro fazer lobby no exterior contra o próprio país. Isso não consta, desde a Constituição do Império até a atual, como função de deputado federal”, disse Moraes.
O crime de coação no curso do processo fica configurado quando há uso de violência ou grave ameaça para favorecer interesse próprio ou alheio contra autoridade, parte ou qualquer pessoa que intervenha em processo judicial, policial ou administrativo.
Durante a sessão desta terça, o Ministério Público Federal sustentou que as ameaças atribuídas a Eduardo se materializaram em medidas adotadas pelos Estados Unidos. O subprocurador-geral da República Antônio Edílio mencionou a suspensão de vistos de ministros do STF, as sobretaxas sobre produtos brasileiros e as sanções financeiras impostas a Moraes com base na Lei Magnitsky.
Segundo o MPF, o próprio Eduardo reivindicou nas redes sociais a articulação política que resultou nas medidas.
A Procuradoria também contestou as alegações da defesa sobre supostas irregularidades processuais. Segundo o MPF, há elementos que demonstram que Eduardo Bolsonaro tinha pleno conhecimento da ação penal movida contra ele.
Como o ex-deputado não constituiu advogado nos autos, sua defesa ficou a cargo da DPU (Defensoria Pública da União). O defensor público federal Esdras dos Santos Carvalho sustentou que Alexandre de Moraes deveria ser considerado impedido para atuar no caso por ser uma das autoridades atingidas pelas sanções americanas.
A Polícia Militar de Zé Doca, realizou uma operação, que resultou em flagrante, na prisão por tráfico de drogas e associação criminosa no bairro Cinturão Verde no município.
A equipe da policia já vinha monitorando, haja vista que vinha comercializando entorpecentes em diversas áreas da cidade.
Sendo assim, foi dada voz de prisão ao autuado.
A Polícia Militar de Zé Doca, através do Major Josuel não mede esforços para desempenhar o seu papel na aplicação da lei.
A Praça do Viva em Zé Doca, encontra-se em clima de festa junina, com decorações a todo vapor para receber as festividades do Arraial “São João na Praça”.
A programação oficial já foi anunciada nas redes sociais pela prefeita Flavinha e o clima de festa tomou conta de toda a cidade. Milhares de bandeirolas e luzes, em clima de Copa do Mundo, já estão deixando a arena bonita e colorida.
O palco principal também em breve estará sendo montado, com toda estrutura e segurança para receber os artistas e bandas musicais.
O Arraial “São João na Praça” acontecerá na Praça do Viva, localizada na Vila do Bec, entre os dias 18 a 28 de julho e contará além de grandes atrações musicais, apresentações de quadrilhas, danças folclóricas, bumba meu boi e muito mais. Então venha, traga sua família para curtir o melhor arraial da região.
A Prefeitura Municipal de Zé Doca divulgou a programação oficial do São na Praça deste ano. Segundo a prefeita Flavinha as festividades acontecem durante os dias 18 a 28 de junho. A festa contará com apresentação de bandas, artistas locais e regionais, além de grande número de atrações culturais, o que certamente trará enorme brilho ao período festivo.
Na grade das atrações musicais, Viviane Batidão está confirmado, como também Mary e Rayane e Gildean Marques, dentre outros artistas.
A prefeita Flavinha destacou a importância cultural e econômica do arraial. “Desde o início da nossa gestão, temos trabalhado para manter viva a tradição das festividades de São João de Zé Doca, porque acreditamos que movimenta o comércio e o turismo, além de ser um momento de reencontro entre família e amigos em nosso arraial”, ressaltou a gestora municipal.
Por decisão da Justiça, o Estado do Maranhão deve apresentar um plano para instalação de câmeras corporais com acionamento automático , a serem utilizadas pelos agentes da Polícia Civil e Polícia Militar, durante os turnos de serviço.
Após a entrega do plano, o Estado deve instalar e operar as câmeras, no prazo máximo de 180 dias, e priorizar as unidades com maiores registros de mortes e ocorrências nas comunidades mais carentes.
A decisão judicial atendeu a pedido da Defensoria Pública em Ação Civil Pública, diante do grave quadro de letalidade policial, deficiência nos mecanismos de controle da atividade policial e ausência de registros objetivos das abordagens.
O plano deve apresentar cronograma da compra dos equipamentos, especificações técnicas que garantam a gravação sem interrupções, estratégia de armazenamento seguro dos dados na internet ou servidores dedicados.
As ações devem prever, ainda, protocolos de preservação da cadeia de custódia e programa de capacitação técnica e ética de todo o quadro policial.
O juiz Douglas Martins determinou, na sentença, a imediata intimação da promotoria especializada no controle externo da atividade policial, para que atue na fiscalização rigorosa de cada etapa do cronograma de implementação ora determinado.
Na ação, a Defensoria Pública alegou violação aos direitos fundamentais à vida, à integridade física e à segurança pública. Informações do processo demonstram elevado índice de mortes e baixa taxa de apuração das denúncias contra agentes de segurança pública.
Segundo dados estatísticos do Anuário Brasileiro de Segurança Pública e do relatório “Pele Alvo”, o Maranhão registrou 157 mortes em ações policiais em 2022 e 2023. A Defensoria destaca que os números revelam uma seletividade pautada pelo racismo estrutural, atingindo jovens negros entre 12 e 29 anos, que representam 82,7% das vítimas fatais.
A ação informa, ainda, que a taxa de apuração de denúncias seria extremamente baixa: em 2021, de 202 denúncias, apenas 18 resultaram na abertura de procedimentos; em 2022, de 146 denúncias, somente três processos de investigação foram instaurados pela segurança pública.
A Prefeitura de Zé Doca, através da Secretaria de Esportes, realizou no fim de semana, a abertura da Copa Municipal 2026 no povoado Nova Conquista.
Participaram do torneio cerca de 17 times todos da zona rural, com recebimentos de uniformes personalizados, bolas oficiais, além de premiação para o campeão e vice, com o total apoio da gestão municipal.
Para a prefeita Flavinha o torneio aconteceu de forma brilhante e ressaltou que os investimentos na área esportiva fazem parte do seu plano de ação na sua gestão. “A cada dia fico mais orgulhosa da minha querida Zé Doca. O Torneio Início aconteceu de forma brilhante e com a presença maciça da nossa gente. Que maravilhoso poder proporcionar momentos como esse para o povoado Nova Conquista. Parabenizo os coordenadores de esportes do município pela fantástica organização e saúdo todas as equipes participantes”, disse.
Esse mesmo torneio será realizado no Estádio Luzaildo Freire em Zé Doca, reunindo times da sede.