Número de afetados pela chuva chega a 2,2 mil no Maranhão

By | 18 de abril de 2018

Dados divulgados pela Defesa Civil estadual nesta terça-feira (17) sobre as consequências das chuvas no Maranhão indicam que já chega a 2.257 o número de famílias afetadas.

No total, são 20 cidades maranhenses afetadas pelas chuvas em todo o estado. No município de Marajá do Sena, Pedreiras, Trizidela do Vale, Lago dos Rodrigues, Presidente Vargas, Brejo, São João do Sóter, Tuntum, Caxias, Formosa da Serra Negra e São Luís Gonzaga foi decretada Situação de Emergência.

 Os municípios de Rosário, Timbiras, Cantanhede, Nina Rodrigues, Paulino Neves e Araioses atualmente estão em estado de alerta e a Defesa Civil também acompanha a situação.

Segundo a Defesa Civil, dentro do Plano de Contingência um posto de comando foi instalado em Trizidela do Vale para realizar o atendimento dos municípios do centro maranhense banhados pela bacia hidrográfica do Mearim, local onde está a maioria das cidades com quadro de inundação.

Chuvas no Maranhão

Após o grande volume de chuvas que caiu durante toda a semana, as cidades mais atingidas pelas cheias tentam se recuperar dos estragos causados. Em Tuntum, a 365 km de São Luís, a chuva quase devastou a cidade durante a maior enchente em 30 anos registrada na região.

Após o transbordamento do rio Itapecuru em Codó, a 290 km de São Luís, equipes da Defesa Civil e do Exército se mobilizam para resgatar as vítimas das enchentes. O nível do rio já está oito metros acima do normal e um ginásio tem servido de abrigo para os moradores afetados.

Em Trizidela do Vale, o rio Mearim está 5 metros acima no nível normal. A Defesa Civil montou barracas em um ginásio de esportes para abrigar 250 famílias afetadas.

Em Pedreiras, centenas de famílias também tiveram que deixar suas casas e uma escola está servindo de abrigo. O transporte pelas ruas na cidade só é possível de canoa.

No trecho BR-135 entre Presidente Dutra e Dom Pedro que foi destruída com a força da enxurrada, metade da pista já foi recuperada, mas o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT) ainda não emitiu informações sobre a previsão de liberar a segunda parte da via.

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